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A médica pediatra Márcia de Andrade viu que poderia se sentir segura quanto à comunicação em inglês ao realizar a sua primeira viagem para a Europa, depois de concluir o College na UPTIME Vitória da Conquista (BA).

 

Passando por Portugal, França e Inglaterra com um grande grupo de amigos e familiares, Márcia contou ao Blog Up os desafios enfrentados durante a sua viagem e o momento em que ela sentiu que poderia se comunicar com tranquilidade em qualquer lugar do mundo por ser fluente em inglês.

 

Estudar na UPTIME

Márcia conta que já havia estudado inglês na época de escola, mas há muito tempo não tinha contato com a língua em relação à conversação, na leitura, sim, já em sua profissão “a literatura de pesquisa é toda no idioma”.

 

“Busquei a UPTIME com o objetivo de me atualizar e praticar mais o inglês, principalmente para a viagem.”

 

Comunicação facilitada

Em Portugal, mesmo com a facilidade da língua portuguesa, Márcia conta que teve que “se virar” algumas vezes para entender determinadas palavras e expressões locais.

 

Já na França, ela diz, “como a língua oficial não é o inglês, as pessoas falavam mais devagar, era diferente, mas consegui me comunicar e me expressar quando precisei.”

 

Em Londres, que possui a língua inglesa como a oficial, ela sentiu a diferença, já que para eles, nativos, “a conversação em inglês vem de maneira natural”, na sua percepção.

 

Durante os dias de viagem, Márcia e seu marido Luciano Nascimento, que também é aluno da UPTIME, aproveitaram todas as oportunidades que tiveram para colocar seus novos conhecimentos na língua inglesa em prática.

 

“Vivenciei diversas situações do dia a dia em que tive que colocar o inglês em prática. Eu e meu marido alugamos um apartamento, então houve a conversa com o locatário, também fui ao supermercado, açougue, fiz compras… tudo em inglês.”

 

Susto em Londres

“Em Londres, vivi uma situação peculiar: eu e meu marido levamos meu celular pessoal, que estava com problemas, para o suporte. Fizemos o cadastro no nome dele e eu expliquei o problema para a pessoa responsável. Ao buscar o aparelho, um dia antes de voltar para o Brasil, meu esposo já não estava mais comigo, e eu, sozinha na loja, tive que explicar e resolver todo o problema falando em inglês!”

 

Márcia relembra que a situação foi um verdadeiro teste para ela, e que depois disso ela se sente segura para ir a qualquer lugar do mundo,  tendo a fluência no inglês como uma aliada.

 

Planos para o futuro

“Eu percebi que não preciso de ninguém para viajar sozinha, eu consigo me comunicar, me expressar e entender o que estão falando comigo”, comemora Márcia, que já planeja uma viagem ao exterior no próximo ano sem nenhum receio, desta vez, com a filha.

 

Fernanda Diniz também se deu bem em Londres antes mesmo de finalizar o College! Conheça a história dela.